Videógrafos sorrindo com braços ao redor, ao ar livre com árvores ao fundo

Realizadores, contadores de histórias e o casal por detrás da Sete-Luas.

A Sete-Luas nasceu de uma ambição simples: criar os filmes de casamento que raramente encontrávamos.

Filmes construídos a partir de uma história, que vão além do casamento e permanecem intemporais e emocionais.

Filmes feitos com intenção. Filmes pessoais. Filmes que continuam a ter significado muito depois de o dia do casamento ter passado.

Somos o André e a Rita.

Para nós, um casamento nunca é apenas sobre duas pessoas.

É sobre família, amizades, vozes, gestos e todas as pequenas coisas que acontecem à vossa volta. Queremos preservar não apenas a forma como o dia aconteceu, mas também aquilo que se sentiu.

Daqui a muitos anos, queremos que possam voltar a ver as pessoas que amam, ouvir as suas vozes e reencontrar quem eram naquele momento das vossas vidas.

Podem voltar a ouvir as vossas vozes, as vozes dos vossos pais e dos vossos avós.

Podem voltar a ver alguém que entretanto vive do outro lado do mundo, ou alguém que já não está, olhar diretamente para a câmara e deixar-vos uma mensagem.

O que poderia ser mais valioso do que isso?

Histórias que merecem ficar na Memória

Trabalhamos de forma discreta e observamos com atenção, deixando que as coisas aconteçam naturalmente e intervindo apenas quando uma pequena orientação pode tornar o momento ainda melhor.

Gostamos de imagens bonitas, mas nunca à custa daquilo que é verdadeiro e espontâneo.

O objetivo é sempre o mesmo: criar algo excecional que seja inteiramente vosso..

A nossa abordagem

Para além da Sete-Luas

Antes de tudo, veio o cinema.

Foi no cinema que aprendemos a olhar, a escutar e a perceber que, muitas vezes, são os gestos mais pequenos que têm mais peso. Ambos estudámos cinema e continuamos a criar para além dos casamentos, regressando sempre ao mesmo fascínio pelas pessoas, pela memória e pelas histórias que escolhemos guardar.

Fora da Sete-Luas, a vida faz-se de filmes, música, lugares que ainda não conhecemos, dos nossos cães, Bilbo e Maçã, e do universo sereno de bonecas feitas à mão que a Rita cria na Poppy.

Até o nosso nome nasce de uma história.

Sete-Luas deve o nome a Blimunda Sete-Luas, uma das personagens centrais de Memorial do Convento, de José Saramago. Uma personagem marcada, em parte, pela sua extraordinária capacidade de ver aquilo que os outros não conseguem.

Talvez seja também isso que procuramos fazer: olhar um pouco mais de perto, reparar naquilo que poderia passar despercebido e transformá-lo em algo que mereça ser lembrado.